27/03 - João Guimarães Rosa e Vinícius Coimbra em "A Hora e a Vez de Augusto Matraga"

Atualizado: Mar 27


Confraria da Padoca promove Encontro de Cinema, Literatura e Arte.







Em tempos de renascimento, de esperar o tempo e de ansiar para que logo amanheça, vamos de Guimarães - pois “cada um tem sua hora e sua vez.”



Conto | "A Hora e A Vez de Augusto Matraga"- (João Guimarães Rosa)





"A Hora e Vez de Augusto Matraga" é considerada, por muitos críticos, ​o conto mais​ importante​ da​ produção d​e Guimarães Rosa​ em Sagarana, tanto por sua estrutura narrativa quanto pelo tratamento da luta entre o bem e o mal e todo o questionamento decorrente de uma tomada de consciência do homem optando por uma dessas forças.

Narra a história da “morte” simbólica de um valentão e sua “ressurreição” como herói. É a história de um homem que é uma coisa, transforma-se em outra, e no fim volta a ser o que era, mas valorizado por essa transformação.


“Sapo não pula por boniteza, Mas porém por precisão.” Epígrafe do livro, um provérbio capiau


Leia o conto na íntegra, clicando abaixo.





Filme | "A Hora e a Vez de Augusto Matraga" (Vinícius Coimbra)





Premiado no Festival do Rio de 2011, A Hora e a Vez de Augusto Matraga venceu como Melhor Filme pelo júri oficial e popular.


O filme conta a história de Augusto Matraga (João Miguel), fazendeiro falido e violento que vive acima da lei no sertão de Minas Gerais. Em dificuldades, ele cai numa emboscada que quase o leva à morte. Renascido, Matraga volta-se para a fé e o trabalho árduo em busca de redenção.


Anos depois, chega na vila o rei do sertão, Joãozinho Bem-Bem (José Wilker), e seu bando de jagunços. Esta nova amizade atravessará seu destino. Dentro de Matraga, o santo e o guerreiro vão duelar até que chegue sua hora e sua vez.








Para quem não sai, em tempo, de cima da linha, até apito de trem é mau agouro​.​
















Reze e trabalhe, fazendo de conta que esta vida é um dia de capina com sol quente, que às vezes cus